Quer conversar com Deus? Que bom! Ele também quer ouvir o que você tem a dizer! Adultos são tão complicados! Basta crescer um pouquinho e já querem usar palavras difíceis e se encher de pose na hora de orar. Pior ainda: acham que Deus só se preocupa com os assuntos deles. Só que não é bem assim. Deus ama as crianças e se interessa muito pelo que elas têm a dizer. Ganhou um presente maravilhoso e está feliz? Agradeça ao Senhor. Amanhã é dia de prova e está preocupado? Fale com Deus. Fez uma coisa errada e se arrependeu? Conte para ele, que está sempre pronto para ouvir, a qualquer momento, seja qual for o motivo. Porque oração é isso: conversar com Deus, assim como você faz com seu melhor amigo ou com seus pais. Pode confiar. Este livro foi feito para ajudar você a orar. Ele reúne histórias bem legais sobre crianças que falam com Deus com freqüência; que descobriram lugares especiais para conversar com o Senhor; que pediram coisas difíceis e foram atendidas; e que aprenderam o poder da oração. Junte-se a elas!
“Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos firmaste o teu nome como fortaleza”
Salmos 8.2; NVI
"Mamãe, estive pensando..." - com essas palavras Michael, de sete anos de idade, dá inicio a uma conversa com sua mãe que lhe abre a mente juvenil para as questões por trás da maior de todas as guerras. Aproveitando a curiosidade e interesse do filho, Sally Pierson Dillon fez uma criativa adaptação para crianças do clássico livro de Ellen White, o Grande Conflito. Com uma linguagem simples e acessível, ela descreve, capítulo a capítulo, a guerra que está em andamento em nosso planeta, e como o bem vencerá o mal. Deus e o Anjo Rebelde é um excelente material, que ajudará seu filho e toda a família a compreender de maneira prática o quanto Deus ama e deseja salvar o ser humano.
Hoje, muitos consideram a Bíblia apenas como o melhor livro produzido pelo cristianismo. Essas pessoas não a consideram melhor do que os livros que contêm os ensinamentos de Buda, o Bhagavad Ghita dos hindus ou qualquer outra obra religiosa. Por que os cristãos insistem que a Bíblia é um livro diferente? Em meio a tantas opiniões divergentes, é necessário examinar a origem do livro que serve de fundamento para o cristianismo. Os profetas bíblicos afirmavam possuir um conhecimento real sobre o Deus infinito. Eles estavam absolutamente certos de que Deus falava por meio deles. Os profetas diziam que Deus faz afirmações dignas de confiança. Ele é capaz de predizer o futuro, e é isso que O torna diferente dos falsos “deuses”: “Eu sou o Senhor; este é o Meu nome! Não darei a outro a Minha glória nem a imagens o Meu louvor. Vejam! As profecias antigas aconteceram, e novas Eu anuncio; antes de surgirem, Eu as declaro a vocês” (Is 42:8, 9). [Leia Mais]
Fonte: Criacionismo
Em 1844, Deus chamou uma frágil jovem de 17 anos para proclamar Sua Palavra e guiar seu povo. Durante os 70 anos seguintes, ela trabalhou como a mensageira do Senhor - escrevendo, pregando, aconselhando, viajando, advertindo e encorajando. Sua missão era comunicar fielmente as mensagens do Deus para a igreja e o mundo. "Mensageira do Senhor" é o tratamento mais amplo já dado ao ministério profético de Ellen White. É uma obra definitiva sobre a maneira como o dom profético funcionou em sua vida. Aqui você encontrará respostas para muitas perguntas:
* Passou Ellen White nos testes bíblicos de um profeta?
* De que forma os papéis que ela desempenhou como esposa, mãe, vizinha, pregadora e personalidade pública afetaram sua função profética?
* Qual a relação entre seus escritos e a Bíblia?
* Como devemos interpretar hoje o que ela escreveu?
* Qual o impacto de seu ministério no desenvolvimento e as doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia?
* Até que ponto são válidas as críticas dirigidas contra ela e sua obra?
* Pode esta mulher vitoriana falar de maneira significativa para a aldeia global computadorizada em que vivemos?
Edward Cole é um milionário gestor de hospitais cujo lema é um número: dois leitos por quarto, nunca menos. Já Carter Chambers é um mecânico que abandonou seus sonhos de juventude quando viu que teria uma família para alimentar. Quando os dois ficam fulminantemente doentes, seus caminhos se cruzam. E se cruzam porque, para não desonrar seu lema, Edward, o dono do hospital, acaba no mesmo quarto de Carter. O estranhamento inicial logo se transforma em apoio mútuo. Ambos têm poucos meses de vida, e só um doente terminal para entender o tipo de drama que o outro vivencia. Do nada, Edward convence Carter a fugir e botar em prática uma lista de últimos - e excêntricos - desejos antes de "baterem as botas".
Doug Holloway é um homem de família à beira da ruína financeira e matrimonial quando embarca numa jornada ao encontro de seu pai biológico, o Dr. Eugene Holland, cuja meta é nada menos que a maior descoberta a ser feita pela física moderna, a comprovação da Teoria de Tudo, que poderia "provar" a existência de Deus. Seu maior desafio é alcançar sua meta antes de ser privado de sua capacidade de raciocínio por causa de uma doença cerebral degenerativa. Na luta por seus objetivos, pai e filho unem forças para fortalecer a família e buscar esperanças em Deus. Uma história comovente sobre família, fé e física teórica. A Teoria de Tudo o inspirará a considerar as possibilidades.
Michael Oher vive como um sem-teto e proveio de uma família totalmente desestruturada. Apesar dessas desvantagens, é dono de um coração bondoso e gosta de proteger as pessoas que ama – o que não se torna muito difícil, já que ele é quase um gigante. A certa altura, graças a seu potencial esportivo, Michael é matriculado na escola em que o filho de Leigh estuda. E assim ele acaba conhecendo a família. Quando Michael começa a se destacar no time de futebol da escola, desperta o interesse de algumas universidades. Mas, para poder ingressar em qualquer uma delas, ele precisa melhorar – e muito – as notas na escola. Mais uma vez, a família o ajuda a superar também esse desafio. Talvez o título dado ao filme em português tenho sido inspirado nesses desafios e superações de Michael. No original, o título é “The Blind Side”, e tem que ver com a atitude de proteger um colega de time quando ele é marcado em seu “ponto cego” pelo adversário.
O inclemente inverno da Antártica está apenas começando quando uma intrépida equipe de exploradores e cientistas em uma missão de pesquisa – o guia de sobrevivência Jerry Shepard (Paul Walker), seu melhor amigo e cartógrafo Cooper (Jason Biggs) e o ríspido geólogo Davis (Bruce Greenwood) – escapam por pouco de um acidente fatal graças à inabalável equipe de oito habilidosos cães de trenó. Forçados a deixar o local, os homens têm que abandonar os adorados cães na região congelada – com a promessa de retornar. Mas quando a tempestade do século se aproxima, impossibilitando todo e qualquer tipo de resgate, os cães ficam presos. Agora, enquanto os corajosos e inteligentes cães – incluindo Maya, a nobre líder da matilha; o rebelde e inquieto Shorty; e Max, o jovemtrainee em ascensão – lutam para sobreviver ao inverno mais rigoroso do planeta, o inconsolável Jerry está determinado a organizar uma missão para um resgate aparentemente impossível, auxiliado pela bela e aventureira piloto especializada em baixa altitude Katie (Moon Bloodgood). Unidos apenas por firmes laços de amizade, tanto humanos como cães empreendem uma notável jornada de resistência, perseverança e determinação para se reencontrarem nessa espetacular, porém perigosa, região.
Baseado em fatos reais, é um filme para se ver em família.
Cansada do trabalho em empresas que desenvolvia até aquele momento e desiludida quanto às possibilidades de crescimento e realização pessoal naquele âmbito profissional, a jovem Erin Gruwell resolve mudar de ares e dedicar-se à educação. Assume então uma turma de alunos problemáticos de uma escola que não está nem um pouco disposta a investir ou mesmo acreditar naqueles garotos. A pecha de turma difícil, pouco afeita aos estudos e que vai à escola apenas para “cumprir tabela” se mostra, no começo da relação entre a nova professora e os alunos, uma realidade. O grupo, formado por jovens de diferentes origens étnicas (orientais, latinos e negros), demonstra intolerância e resistência à interação, preferindo isolar-se em guetos dentro da própria sala de aula. A nova professora é vista por todos como representante do domínio dos brancos nos Estados Unidos. Os estudantes a entendem como responsável por fazer com que eles se sujeitem à dominação dos valores dos brancos perpetrados nas escolas. Suas iniciativas para conseguir quebrar essas barreiras aos relacionamentos dentro da sala de aula vão, uma a uma, resultando em frustrações. Mesmo não contando com o apoio da direção da escola e dos demais professores, ela acredita que há possibilidades reais de superar as mazelas sociais e étnicas ali existentes. Para isso, cria um projeto de leitura e escrita, iniciado com o livro O Diário de Anne Frank, em que os alunos poderão registrar em cadernos personalizados o que quiserem sobre suas vidas, relações, interações, idéias de mundo, leituras... Ao criar um elo de contato com o mundo, Erin fornece aos alunos um elemento real de comunicação que lhes permite se libertar de seus medos, anseios, aflições e inseguranças. Partindo do exemplo de Anne Frank, menina judia alemã, branca como a professora, que sofreu perseguições por parte dos nazistas até perder a vida durante a 2ª Guerra Mundial, Erin consegue mostrar aos alunos que os impedimentos e situações de exclusão e preconceito podem afetar a todos, independentemente da cor da pele, da origem étnica, da religião, do saldo bancário.
O pastor Ethan é filho do fundador no ministério The Rock, Jeremiah Jenkins. Para Ethan, o ministério é mais como um negócio. Cantor renomado, dono de uma bela casa, um carro caríssimo e autor de um livro, ele mal faz ideia do que seja o cristianismo prático. Por isso, o pai decide que ele precisa aprender um pouco mais sobre o verdadeiro trabalho de uma igreja e do pastor. Ethan é enviado para auxiliar a Second Chance Community Church (Igreja da Segunda Chance), ligada ao ministério The Rock. Ali ele conhece o ex-presidiário e também pastor Jake que luta para salvar jovens afundados no mundo das drogas e da prostituição. A Second Chance representa para a comunidade, de fato, uma segunda chance de viver dignamente. Os dois pastores, ainda que professem a mesma fé e pertençam ao mesmo ministério, batem de frente com a visão de trabalho diferente que têm. Para fazer a obra de Deus, eles devem superar essas diferenças e aprender lições profundas sobre tolerância, amor e fé. É uma segunda chance para os ministros também.
O filme conta a história real de Angus Buchan, um fazendeiro africano descendente de escoceses. Quando a situação em Zâmbia fica complicada, Buchan vende sua fazenda e se muda com a esposa e os filhos para a África do Sul. Dono de um temperamento difícil e muito estressado com a dura tarefa de transformar um pedaço de terra num local produtivo, Buchan finalmente encontra a paz no momento em que entrega a vida a Jesus. Mas não é “só” isso: ele se torna um homem cuja fé é capaz até de ressuscitar mortos; um pregador simples, porém comprometido com a missão de mostrar às pessoas que Deus é real e se importa com Seus filhos. Para Angus, a fé tem que ser como batatas: crescem de maneira invisível debaixo da terra, mas são reais como o ar que se respira. A vida dele, como a de muitos preciosos cristãos, é a expressão prática das palavras de C. S. Lewis: "O cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade, tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada importância."
O filme foi baseado na biografia de Ben Carson, e conta a história desde que o médico era criança, um menino frustrado; mas que alcançou o posto de diretor de Neurocirurgia Pediátrica do Centro infantil do Hospital John Hopkins. Ben era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava péssimas notas na escola, mas com o empenho de sua mãe ao lhe incentivar a ler mais, ele se torna o estudante destaque da turma da oitava série, sendo depois o terceiro na sua classe do ensino médio. Com trabalho duro e um grande desejo, ele recebeu uma bolsa de estudos para Yale University, onde passa nos exames, e ingressa na escola médica. Sua história, profundamente humana, descreve o papel vital que a mãe, uma senhora de pouca cultura, mas muito inteligente, desempenhou na metamorfose do filho, de menino de rua a um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo. O Dr. Benjamin S. Carson – MD, ou como todos o conhecem, Ben Carson, hoje um jovem senhor de 58 anos, é um dos mais famosos neurocirurgiões do mundo e diretor de Neurocirurgia Pediátrica no Hospital Johns Hopkins. Em junho de 2008, Carson foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2008 das mãos do ex-presidente americano George W. Bush, em agradecimento pelas contribuições para a medicina.
Não sou teólogo nem sei falar hebraico ou grego. Como posso entender a Bíblia corretamente?
Sabemos que ler a Bíblia é importante para nossa comunhão com Deus. Muitas pessoas acreditam, entretanto, que apenas um pastor ou doutor em Teologia pode interpretar a Bíblia de maneira correta. Mas é interessante que os escritores da Bíblia pensavam o contrário: eles esperavam que todos a lessem e compreendessem, mesmo aqueles que não eram cultos (Dt 30:11-4; Jo 20:30, 31; At 7:11; Ap 1:3). Sugerimos alguns passos simples e úteis para a compreensão da Bíblia, que podem ser utilizados por qualquer pessoa:
1. Estude a Bíblia com oração e humildade – Nosso coração é, por natureza, enganoso (Jr 17:9). Por natureza não temos disposição de ser ensinados. É natural para o ser humano ler a Bíblia de tal maneira a evitar algo que não deseja aprender. Não importa quanto você saiba sobre o idioma grego ou quantos doutorados você possui, se não tiver um coração disposto a aprender, seu estudo não terá qualquer valor.
Conhecer a Deus, de acordo com a Bíblia, é mais que uma atividade intelectual ou estudo acadêmico (Jo 7:17; 1Co 2:14; 2Ts 2:10; Tg 1:5). O conhecimento de Deus vem de uma disposição de aprender a verdade que vem de Deus não importando o que custar (2Ts 2:10). Conhecer a Deus pode custar sua vida, família, amigos e reputação. Mas, se você estiver disposto a encontrar a verdade não importando quais desafios tiver que enfrentar, você a alcançará.
O estudo da Bíblia deve começar com aquilo que pode ser chamado de “oração autêntica”. Essa oração pode ser feita assim: “Senhor, eu desejo a verdade não importa o que ela me custar, pessoalmente.” Essa é uma oração difícil de ser feita, mas, se você orar dessa maneira, conhecerá a verdade de Deus. Jesus prometeu que o Espírito Santo nos guiará ao buscarmos conhecer a vontade de Deus (Jo 16:13, 14). Jesus está ansioso para cumprir Sua promessa.
2. Compare várias traduções da Bíblia – Se você não tem acesso à Bíblia em hebraico e grego, pode consultar várias traduções bíblicas ao estudar algum texto. Boas traduções em português são a Almeida Revista e Atualizada, a Bíblia de Jerusalém e a Nova Versão Internacional. As duas primeiras utilizam linguagem mais culta, e a última, linguagem mais acessível.
Cada tradução tem suas limitações e, em alguma medida, reflete os conceitos e preconceitos dos tradutores. Essas limitações podem ser minimizadas ao se comparar várias traduções. Cada tradução apresenta um aspecto do significado do texto. Portanto, quando comparamos várias traduções, temos uma compreensão melhor.
Suponhamos que você está comparando, por exemplo, cinco traduções bíblicas. Se quatro ou cinco traduzem um texto bíblico de forma semelhante, é mais provável que o texto original seja claro e, portanto, essa é a forma correta de ser traduzido. Por outro lado, se cada tradução apresenta um sentido diferente, provavelmente o texto original é difícil ou ambíguo.
Quando várias traduções são semelhantes e, portanto, o texto é claro, podemos nos basear com segurança na tradução daquele texto. Quando as traduções indicam que o texto que estamos estudando é ambíguo e difícil de ser traduzido, não é seguro basearmos alguma doutrina ou prática naquele texto específico.
3. Dedique a maior parte de seu tempo aos textos claros da Bíblia – Se você realmente deseja que a Bíblia fale por si mesma, passe a maior parte do estudo nos textos bíblicos mais claros. Existem muitas partes da Bíblia sobre as quais há pouco acordo entre os cristãos e mesmo para especialistas em hebraico e grego. Portanto, um passo extremamente importante no estudo da Bíblia é dedicar a maior parte de seu tempo nas seções que são razoavelmente claras. Os textos claros da Bíblia o ajudarão a ter uma boa compreensão sobre os assuntos centrais da mensagem bíblica, impedindo-o de utilizar de maneira errada os textos que são mais ambíguos.
Por outro lado, se você passar a maior parte de seu estudo em textos como as trombetas do Apocalipse ou Daniel 11, você corre o risco de se tornar espiritualmente desequilibrado. Pessoas que interpretam a Bíblia de maneira errada geralmente se concentram em textos difíceis, desenvolvem soluções criativas para as dificuldades que encontram e se baseiam em textos obscuros para criar uma teologia inteira. Esses leitores acabam distorcendo as passagens claras da Bíblia porque elas vão contra as falsas doutrinas criadas por eles.
4. Procure ler capítulos inteiros em vez de versículos isolados – Muitas pessoas costumam estudar a Bíblia de maneira fragmentada. Leem um versículo e então o comparam com dezenas de versículos que acham que tratam do mesmo assunto. Essas pessoas já criaram uma teoria e simplesmente procuram textos bíblicos que apoiam a ideia. Qual o problema com isso? A pessoa não permite que a Bíblia fale por si mesma, mas impõe suas ideias sobre os textos bíblicos. Muitos acham que existe virtude em citar grande número de versículos bíblicos, mas acabam cometendo o erro de distorcer a Bíblia.
Muitas pessoas, em vez de ler o texto bíblico em si mesmo, costumam estudar uma concordância bíblica, que é um livro que mostra todas as vezes em que determinada palavra aparece na Bíblia. Sem os passos corretos para entender a Bíblia, ler uma concordância tende a levar a pessoa a ler os versículos isolados do contexto. É como pegar uma tesoura e recortar 50 textos da Bíblia, jogar em uma bacia, fazer uma “salada de frutas”, oferecer a alguém e dizer: “Esta é a mensagem do Senhor.”
Por outro lado, quando você lê um livro bíblico do começo ao fim, o autor bíblico está no controle da sequência e desenrolar do texto. Esse é o tão importante contexto. O autor conduz você de uma ideia a outra, e o estudo não é controlado pelos interesses ou ideias que você possui. Ler os textos bíblicos de maneira completa permite que o leitor entenda as intenções dos escritores bíblicos e ajuda a ver o “quadro completo”, que é maior garantia contra interpretações bizarras de partes isoladas.
Ler textos completos estimula uma disposição de aprender e ajuda a ver o texto como ele deve ser entendido. Não somos nós que devemos ensinar algo à Bíblia; é ela que deve nos ensinar. É importante comparar textos bíblicos que tratam do mesmo assunto, mas antes disso precisamos ler e reler um texto bíblico completo. Muitas vezes, o leitor encontra um versículo difícil e não entende o que significa.
Na maioria das situações, tudo que precisamos fazer para entender um texto difícil da Bíblia é ler seu contexto – os versículos que vêm antes e os que vêm depois. Quando encontrar um versículo difícil, leia todo o capítulo em que ele está. Depois, procure se familiarizar com a mensagem do livro inteiro. Mas nunca leia um versículo sem considerar o contexto.
Quando buscarmos a Deus de todo o coração, poderemos dizer: “Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e, luz para os meus caminhos” (Sl 119:105).
(Matheus Cardoso é editor associado da revista Conexão JA e editor assistente de livros na Casa Publicadora Brasileira)
Fonte: Jon Paulien, The Deep Things of God: An Insider's Guide to the Book of Revelation (Hagerstown, MD: Review and Herald, 2004), p. 79-92.
Infelicidade, angústia, ambição, morte e tantos outros problemas afetam diariamente a humanidade. Parece que nada pode ficar pior do que já está. Mas isso é apenas o começo. Através da história de um pequeno grupo de pessoas, o destino da humanidade está sendo traçado, até que venha o fim. É quando o mundo mostra que não tem solução que importantes decisões precisam ser tomadas e levadas às últimas consequências. A questão que resta é: como sobreviver a tudo isso?
De forma divertida e cativante, Bob Prouty descreve alguns dos episódios que ocorreram durante os seis anos em que ele e sua família estiveram na África como missionários na área educacional. Aqui você vai encontrar histórias que o farão rir e também se emocionar. E vai compreender por que Bob e sua família guardaram lembranças tão maravilhosas de uma missão, quando precisaram retornar para a América do Norte. Não fique curioso... Comece logo a leitura!
Este livro relata os horrores da Segunda Guerra Mundial através dos olhos de um jovem japonês que se uniu à resistência contra os americanos e tornou-se um assassino. A prisão de Saburo e sua condenação à morte formaram o pano de fundo para um encontro capaz de transformar a vida, o encontro com outro Homem condenado que morreu muito tempo atrás para garantir sua liberdade. Ao ler esta história, você também vai encontrar o Homem que libertou Saburo - Aquele que dá vida aos que foram condenados à morte.